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Visita às universidades criadas pelos governos do PT reforça a educação como prioridade

Edição: Núcelo de Comunicação Bloco Minas Melhor

Foto: Ricardo Stuckert

No segundo dia da Caravana Lula pelo Brasil, a visita à Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri emocionou o ex-presidente que recordou com alegria os 16 campi construídos em Minas Gerais durante os governos petistas. "Em 8 de setembro de 2005 publicamos a lei que transformou as Faculdades Integradas de Diamantina em Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha", disse. O 1º secretário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado Rogério Correia (PT), elogiou a importância que a educação do País tem nos governos do PT. “ Os esforços que as administrações do nosso partido fazem para elevar os números da educação são evidentes, basta ver o apoio que o Lula tem das professoras e professores brasileiros. Investir na educação foi o foco das adminstrações Lula e Dilma e essa Universidade é a prova disso”, avaliou.

O ex-presidente criticou fortemente a Emenda Constitucional 95, de autoria do governo de Michel Temer (PMDB), que congelou os investimentos em áreas estratégicas, como Educação, por 20 anos. "Nenhum governo, em nenhum lugar do mundo, que coloca a educação como gastos fará investimentos. Você pode evitar gastar dinheiro em televisão, em ponte, mas se você evita investir na Educação, o preço para o país e o preço que você vai pagar diante da história é algo de uma grandeza extraordinária", disse.

Lula esteve ao lado do prefeito da cidade, Daniel Sucupira (PT), do reitor Gilciano Saraiva Nogueira, além de pessoas que ajudaram na construção da universidade e de estudantes, lá formados, que deixaram palavras de gratidão ao ex-presidente. "Essa é uma oportunidade para dizermos, olhando nos seus olhos, muito obrigado por tudo que você fez pela Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha", disse o reitor.

"Faço matemática aqui, estou no quarto período. Essa faculdade é uma oportunidade de ter conhecimento. Para mim essa universidade é oportunidade, uma porta aberta", disse a estudante Thaís dos Santos Ribeiro.

Durante o ato, o ex-presidente relembrou a revolução na educação no País feita durante seu governo e o da presidenta eleita Dilma Rousseff. "O Brasil não investiu em educação antes dos governos do PT porque a elite brasileira que governou esse País nunca teve interesse que as pessoas mais pobres tivessem acesso à educação, não queria que o pobre estudasse", disse Lula, citando a construção de mais de 436 escolas técnicas no país e a marca de 8 milhões de pessoas na universidade.  

Segundo Lula, não ter tido a oportunidade de cursar uma universidade foi o combustível para promover os avanços na educação nos últimos 13 anos no Brasil. "Pelo fato de não ter diploma universitário, jurei que os mais pobres teriam direito a uma universidade. Quero que todos tenham a mesma oportunidade", discursou.

"Sou do tempo em que pais batiam nas filhas para não irem à escola para não aprenderem a escrever e não mandar cartas para seus namorados. Não falo do século XVIII, sim da década de 1960 no século XX. Fico com bronca quando fico sabendo que a USP foi criada pela elite paulista para impedir que o governo do Getúlio pudesse fazer universidades em São Paulo. É o pensamento esquizofrênico de uma elite que não queria que o País se metesse no estado deles. E a elite dizia que não queria que pobre estudasse. Não tem sentido, uma pátria não fica grande assim", completou.

Crítica direta

Além de criticar a Emenda 95, Lula atacou diretamente Temer. "Veja que absurdo: a transposição do São Francisco, para atender 12 milhões de pessoas vai custar R$ 9 bilhões. O Temer, para evitar a cassação dele na Câmara gastou R$ 14 bilhões e agora está gastando mais R$ 12 bilhões. São R$ 26 bilhões para manter no governo uma pessoa que não foi eleita, que deu um golpe e é a figura mais rejeitada da história desse país."

"Será que as pessoas acham que a manutenção do Temer é investimento? Alguns setores do mercado sim. Ele está entregando a Petrobras, o BNDES, Banco do Brasil, Caixa. Quer vender a Amazônia. Ou seja, é a entrega total. Nosso golpista está entregando o Brasil quase de graça", completou.

Perseguição

O ex-presidente observou que ao chegar em Minas Gerais, pequenos grupos de opositores tentavam se manifestar. “Agora mesmo, quando cheguei aqui, tinha um pessoal com bandeira amarela. Certamente são pessoas que estão preocupadas, porque os tucanos tomaram um tiro de garrucha e caíram todos eles”, ironizou, comparando com o “bombardeio” que sofre da imprensa desde 2005, e sobretudo nos últimos dois anos.


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