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Lula retoma caravana pelo Brasil abraçado pelo povo de Ipatinga


Lula, o governador Fernando Pimentel e Adalclever Lopes, na Praça dos Três Poderes

Edição Núcleo de Comunicação Bloco Minas Melhor 

Foto: Ricardo Stuckert

"Eles não sabem o que é um pernambucano depois de receber a energia dos mineiros. Se não quiser que eu seja candidato, que vá para a urna votar contra", disse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao retomar, na segunda-feira (23/10), a caravana Lula Pelo Brasil, desta vez em Minas Gerais. Lula foi recebido por uma multidão na Praça dos Três Poderes, na cidade de Ipatinga. O presidente da Assembleia Legislativa, Adalclever Lopes (PMDB); o líder do Bloco Minas Melhor, André Quintão (PT); o 1º secretário da Assembleia, Rogério Correia (PT); e os deputado Cristiano Silveira (PT) e Celinho do Sinttrocel (PCdoB) acompanharam o ato em Ipatinga. 

Ao lado de Lula, estava a presidenta eleita em 2010 e 2014, Dilma Rousseff (PT), que foi destituída por um "golpe parlamentar". Estavam ainda o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), a presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann; a presidente do PT estadual, Cida de Jesus, e o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas.

O presidente da Assembleia Legislativa, Adalclever Lopes (PMDB), ressaltou o legado do ex-presidente. “Eu carrego Lula no peito, porque ele mudou a condição social do País e deste estado”, disse.

Já o deputado Rogério Correia afirmou que a chegada da Caravana Lula pelo Brasil a Minas é uma etapa fundamental na luta contra o golpe que alçou Michel Temer e a agenda dele de retirada de direitos e desmanche de políticas públicas. "É um aceno do povo mineiro ao País, que deve reunir milhares de pessoas por onde passar, para que a indignação popular contra o governo Temer e os seus ataques à soberania nacional se transformem em movimento", afirmou.

Lula faz uma viagem de oito dias pelo estado, visitando pelo menos 14 cidades mineiras, nos vales do Aço, do Rio Doce, Mucuri e Jequitinhonha e nas regiões Norte e Central de Minas para ver de perto os retrocessos provocados pelo governo ilegítimo de Michel Temer. Primeira parada do ex-presidente, o Vale do Aço enfrenta a disparada do desemprego à sombra da memória do que foi a era de desenvolvimento durante o governo Lula.

"Qual era a expectativa de um jovem cinco anos atrás e qual é o pesadelo do mesmo jovem hoje?", questionou o ex-presidente. O ato foi marcado pela defesa à soberania nacional, contra o cronograma de privatizações do governo atual.

Lula falou ainda sobre a caçada judicial a que tem sido submetido e expressou confiança. "O Lulinha paz e amor voltou. Talvez nem tanta paz e nem tanto amor porque eles não querem. Eu dei mas não teve reciprocidade. Reviraram até meu colchão. O que eu quero é que com a mesma coragem que eles tem de mostrar dólar na casa dos outros, eles mostrem os vazamentos no teto que encontraram lá na minha casa", desafiou.

O ex-presidente frisou ainda que a campanha de ódio movida contra ele não deve tirar o fôlego da caravana. "Eles falam que tem gente que vai fazer bagunça para o Lula não ir lá. Eu sou pernambucano, filho de pai e mãe analfabeta. Fui conhecer pão com sete anos de idade. Vocês acham que um cara que nasceu em Garanhuns e não morreu até os cinco anos vai ter medo de provocador aqui em Minas?", ironizou.

Anular o golpe

Aos gritos de "volta Dilma" e "Dilma senadora", a ex-presidenta, nascida em Minas Gerais, disse que o estado é "o coração do Brasil". "Essa caravana tem um sentido. Conversar sobre o que está acontecendo com o nosso País. O que está acontecendo é muito grave. Deram um golpe parlamentar e tiraram uma presidenta eleita por vocês, com 54,5 milhões de votos. Fizeram isso não só por maldade, mas porque eles perderam quatro eleições. Duas eles perderam para o Lula e duas para mim", disse.

Dilma reiterou que a motivação do impeachment foi a agenda neoliberal barrada pelas sucessivas vitórias do PT. "Esse programa é a retirada total dos trabalhadores. O benefício só para os mais ricos. Além disso, descobrimos o pré-sal, que chamávamos de passaporte para o futuro, porque ele podia ser usado para garantir educação de qualidade para os brasileiros. Sem isso não vamos ser uma nação desenvolvida", disse.

O tema da soberania nacional, ela observa, influenciou diretamente o ato de abertura da caravana. "Soberania é colocar as riquezas de nosso País a serviço dos 208 milhões de pessoas e não para uma minoria. Por isso, tínhamos criado uma série de regras para a exploração do petróleo. Eles estão vendendo poços de petróleo sem a presença da Petrobras. Acabaram com a presença obrigatória da Petrobras na exploração do petróleo. Acabaram com a política para garantir empregos de qualidade na cadeia de petróleo. E tentam acabar com o acesso à riqueza do pré-sal", afirmou.

A senadora Gleisi Hoffmann também falou sobre o desmonte promovido pelo governo de Michel Temer (PMDB). "Soberania é ter um país com justiça social, é ter acesso a educação, trabalho e moradia. Soberania é ter acesso a dignidade. Isso está sendo tirado do povo brasileiro."



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