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Comissão de Mulheres quer solução definitiva para financiamento do Hospital Sofia Feldman

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 Foto: Reprodução

O repasse financeiro feito pelo governo do estado ao Hospital Sofia Feldman no início da semana colocou em dia os salários dos servidores, mas não evitou o debate em torno do financiamento da entidade, que hoje é de responsabilidade também da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e da União.

O hospital, referência no parto humanizado (realiza cerca de 1.000 por mês), atende pacientes de 300 municípios do estado e sofre com a crise financeira.

O debate em torno das receitas e das despesas do hospital aconteceu em audiência pública da Comissão de Especial de Mulheres, presidida pela deputada Marília Campos (PT), na quinta-feira (19/10). A vice-presidenta, deputada Geisa Teixeira (PT), também participou.

“Já realizamos uma reunião no Ministério Público e na próxima semana vamos nos reunir no Hospital com o objetivo de entender os gastos e o financiamento", disse Marília Campos, que defende o custeio compartilhado entre União (50%), estado (25%) e município (25%).

O diretor técnico do Hospital, Ivo Oliveira Lopes, lembrou que o problema financeiro do hospital é antigo e que vem de outros governos. No entanto, ele reconheceu o esforço do estado e do município no repasse dos recursos. “Nós temos uma receita de R$ 5 milhões, mas estamos começando o mês com um deficit de R$ 2 milhões. Por isso precisamos ter a garantia do financiamento por parte das três esferas de governo”, disse.

Para o representante do hospital, mais do que o atraso ou parcelamento dos salários, a grande dificuldade é manter os recursos para a compra dos insumos. Não podemos deixar faltar nada, pois essa é uma questão ética para o atendimento que o hospital se preza a realizar”, disse.

A deputada Marília Campos manifestou a sua preocupação com o financiamento do hospital para o próximo ano já que com a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PEC) 55, o governo Temer congelou os gastos com Saúde e Educação, por 20 anos no Brasil. “Como a União vai continuar financiando se o reajuste do orçamento é de apenas 3%? E com o desmonte das políticas públicas que está sendo feito pelo governo federal, que prejudica os trabalhadores que a cada dia mais perdem seus empregos, mais pessoas teremos na fila de atendimento do serviço de saúde pública”, alertou.



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