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Ministério Público Estadual é contra a proposta de extinguir área rural de Várzea das Flores

Núcleo de Comunicação Bloco Minas Melhor / Assessoria Marília Campos

Foto: Divulgação

As ameaças à Area de Proteção Ambiental (APA) da represa de Várzea das Flores, em Contagem (Região Metropolitana de Belo Horizonte), continuam no centro das discussões de ambientalistas e especialistas em desenvolvimento urbano. Preocupada com a proposta do atual prefeito do município, Alex de Freitas (PSDB), em transformar o local em área urbana, a deputada Marília Campos (PT), esteve na terça-feira (03/10), em visita técnica da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia com a promotora Marta Alves Larcher, responsável pela Coordenadoria Estadual das Promotorias de Justiça de Habitação e Urbanismo. A promotora, que já participou de reunião com o Conselho Deliberativo da Região Metropolitana na segunda-feira (02/10), afirmou que vai conduzir estudos para demonstrar que tecnicamente as alterações propostas são inviáveis. Marta Larcher avaliou que as mudanças propostas “só servem para provocar o enriquecimento de alguns”.

Na reunião com a promotora, a deputada reafirmou sua posição contrária à proposta da Prefeitura de Contagem que altera o macrozoneamento metropolitano e abre espaço para o adensamento populacional na bacia. A mudança no atual plano diretor da cidade pretende alterar a área rural da represa e permitir a instalação de indústrias e empreendimentos imobiliários de grande porte no local. A parlamentar enfatizou que não é contra o desenvolvimento da cidade, mas que as mudanças propostas colocam em risco também os municípios do entorno.

"Na região temos dois tipos de captação de água. Ou pegamos diretamente dos rios ou pelos reservatórios, que funcionam como uma reserva, que é a Vargem das Flores. A primeira forma não está sendo suficiente porque já estamos há muito tempo sem chuvas e com os rios diminuindo a vazão, a cada ano. Ou seja, o abastecimento já está prejudicado. Funcionamos agora com apenas 40% da capacidade e se comprometermos os reservatórios, iremos vivenciar uma crise hídrica terrível. Isso é inconcebível", declarou.

Audiências - Estão previstas duas audiências públicas em defesa da represa, em 16 de outubro em Betim e em 20 de outubro, em Belo Horizonte, ambas promovidas pelas câmaras municipais de cada cidade.



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