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Prefeitos enfrentarão dificuldades com corte no orçamento do SUAS proposto pelo governo federal

Décio Junior - Núcleo de Comunicação Bloc Minas Melhor

 Foto: Reprodução

Os municípios mineiros e de todo o país passarão por dificuldades no próximo ano para desenvolver políticas públicas na área da assistência social. O alerta foi feito pelo líder do Bloco Minas Melhor, deputado André Quintão (PT), que voltou a denunciar a proposta de destinar menos de 2,6% do que seria necessário ao Fundo Nacional de Assistência Social. A estimativa apresentada pelo Conselho Nacional de Assistência Social é de R$ 3 bilhões, montante que seria apropriado para o funcionamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), mas a estimativa feita para 2018 é de apenas R$ 78 milhões.

“Os prefeitos terão dificuldades para manter os centros de Referências da Assistência Social (CRAS) abertos e as equipes de referência trabalhando. Além disso, vão faltar recursos para a gestão do Programa Bolsa família e para os serviços socioassistenciais de atendimento aos idosos, pessoas com deficiência e de crianças e jovens”, alertou.

O parlamentar chamou atenção ainda para a atual conjuntura social e criticou a medida do Governo Federal. “Vivemos num momento de tensionamento da questão social, porque a pobreza aumenta com 14 milhões de desempregados, terceirização e desinvestimento na agricultura familiar que terá um corte de mais de 82% no orçamento no ano que vem. Portanto, exatamente no momento em que o Estado brasileiro precisa de mecanismo e ferramentas para atenuar o sofrimento da população, o governo federal corta os recursos para pagar juros a serviço da dívida”, lamentou.

A realidade apresentada por André Quintão se reflete nas cidades. Segundo ele, essa percepção pode ser identificada com o aumento da população de rua, com os catadores voltando para os lixões, com o aumento do trabalho infantil e o abandono de idosos sem qualquer tipo de assistência. “O Brasil saiu do mapa da fome da ONU durante o governo Dilma e agora volta a fazer parte. Vivemos um momento de insegurança”, apontou.

Para pressionar o governo federal, André Quintão disse que os municípios têm se mobilizado com conselheiros da Assistência Social que têm se articulado para uma pressão ao governo federal. “Temos que reverter essa situação orçamentária na Câmara dos deputados. A aprovação de um orçamento ínfimo como esse significa a morte do Sistema Único da Assistência Social”, denunciou.


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