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Campanha unificada de sindicatos contra privatização mobiliza trabalhadores e parlamentares

Décio Junior - Núcleo de Comunicação Bloco Minas Melhor

Foto: divulgação

Numa conjuntura marcada pelo debate em torno da soberania nacional e contra as medidas de privatização de 58 instituições federais, incluindo usinas hidrelétricas, Correios, Embrapa e até parte da Região Amazônica para a exploração de minério, a Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG) e entidades sindicais que representam servidoras e servidores públicos municipais, estaduais e federais lançaram na segunda-feira (28/08), a Campanha em Defesa dos Serviços e dos Servidores Públicos.

Para a presidente da entidade, Beatriz Cerqueira, o objetivo é reunir forças para que os servidores não lutem sozinhos contra as privatizações. Além disso, o movimento pretende instruir a população sobre os prejuízos que as medidas do governo federal podem trazer à sociedade brasileira. “A população precisa saber o impacto que essas privatizações podem causar na vida delas. O governo fala que com a privatização teremos mais investimentos e melhorias, mas isso não é verdade”, alertou.

Dentre os setores que mais preocupam estão a saúde e a educação que, segundo ela, “correm um risco de se tronarem privadas por meio de vendas, de parcerias público privadas e até mesmo de terceirização”.

A Campanha em Defesa dos Serviços e dos Servidores Públicos deve começar com uma manifestação na Praça da Rodoviária de Belo Horizonte no Grito dos Excluídos, em 7 de setembro.

No dia 12, audiência pública na Assembleia Legislativa vai debater o futuro das Instituições de Ensino Superior no Brasil, diante das medidas de sucateamento e privatização. E o 14 de setembro, será marcado como Dia Nacional de Mobilização e em Minas, como Dia Estadual de Luta, com a participação de servidores públicos e trabalhadores metalúrgicos. A manifestação está marcada para às 17h, na Praça Afonso Arinos, em Belo Horizonte.

Já em 20 de setembro, os Correios iniciam uma greve com possibilidade de adesão de outras categorias.

União e fortalecimento - O líder do Bloco Minas Melhor, deputado André Quintão (PT), defendeu a articulação e a mobilização programada pela CUT/MG, que reúne sindicatos e movimentos sociais contra as medidas de privatização de instituições públicas do Estado brasileiro, proposta pelo governo federal.

Para o parlamentar, o Brasil vive hoje um desmonte das suas políticas públicas. “A emenda constitucional 55, que congela gastos da saúde e da educação por 20 anos, e a reforma trabalhista com a perda de direitos e a terceirização, são medidas já aprovadas e que agravarão a vida do povo”, observou.

André Quintão chamou a atenção para a precarização proposital da saúde e da educação, que força a privatização de setores que deveriam ser de responsabilidade do Estado. “É um risco para a educação superior o sucateamento e a precarização que as universidades e os institutos tecnológicos estão sofrendo. Por isso, é importante alertar a população de que essas medidas agravam a crise social e têm impacto para a nossa e as futuras gerações”, argumentou.  


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