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Política da ONU Mulheres para igualdade de gênero no país começa por Minas

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Foto: Sarah Torres / ALMG

Para ampliar a participação política das mulheres, com tomadas de decisões que passem pela discussão de gênero, a ONU Mulheres trabalha no Brasil a plataforma “Cidade 50-50: Todos e Todas pela Igualdade”. Minas Gerais saiu na frente com a adesão pioneira das prefeituras de Belo Horizonte e Betim à essas políticas, que buscam por melhores resultados e boas práticas com medidas mais igualitárias. Por requerimento da deputada Marília Campos (PT), foi realizada audiência pública na Comissão Extraordinária das Mulheres, na segunda-feira (21/08), com o tema “Por um planeta 50-50 em 2030: um passo decisivo pela igualdade de gênero”. A reunião teve a presença de Nadine Gasman, representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil e de várias representantes de prefeituras e intituições estaduais que ocupam cargos e lideranças, discutindo os desafios que o assunto propõe.

Para Nadine, sem a igualdade de gênero é impossível atingir uma democracia plena em qualquer nação do mundo. "Segundo dados do Ibope Inteligência, oito em cada dez brasileiros consideram que as cidades precisam ser mais igualitárias, e que 75% da população quer políticas de promoção da igualdade entre mulheres e homens. É hora de aplicarmos as mudanças necessárias, pois as mulheres continuam fora do comando", analisou.

O presidente da Assembleia, deputado Adalclever Lopes (PMDB), aprovou a realização de um fórum técnico que possa ampliar essa discussão e elaborar propostas estratégicas para apoiar outros municípios do estado a ampliar a presença das mulheres nas políticas sociais. “Estamos sintonizados com essa proposta e o Legislativo é espaço de mobilização para que as mulheres possam se articular e elaborar um plano específico sobre essa ação fundamental que já está começando por Belo Horizonte e Betim”, declarou.

A violência institucional contra o poder das mulheres foi um dos temas abordados na audiência e, para que o protagonismo feminino se torne realidade no país, Marília Campos propõe mais união por essa luta. “Temos que envolver outros municípios de Minas no sentido de elaborar um plano estadual para promover a igualdade de gêneros. É preciso criar ações na educação, na cultura, na segurança e nas demais políticas públicas que possam enfrentar tanta desigualdade. E disputar orçamentos para as mulheres”, afirmou a parlamentar.

Plataforma 50-50 - Por seu trabalho pioneiro no país, o Consórcio Regional de Promoção de Cidadania “Mulheres das Gerais”, foi escolhido como parceiro  para executar a plataforma da ONU Mulheres em Minas. O Consórcio atua na Região Metropolitana de Belo Horizonte e executa programas de prevenção regional, que já abrange 9 municípios. A autarquia assinou o convênio para instrumentalizar e fortalecer as políticas municipais do setor, em programa piloto no Brasil. “A plataforma 50-50 está sendo municipalizada e as prefeituras de Belo Horizonte e de Betim foram as primeiras a assinar a adesão a proposta de avançar nas políticas públicas de articulação”, comentou Ermelinda de Fátima Ireno de Melo, superintendente do Mulheres das Gerais.

Dentre as ações do Planeta 50-50 destacam-se novas leis para maior participação das mulheres na política e o fortalecimento de direitos conquistados. Outras ações incluem a criação de programas para erradicar a violência contra meninas, que incentivam a participação das mulheres nas tomadas de decisões. O programa busca investir em planos de ação nacionais, criando campanhas de educação pública para promover a igualdade de gênero.


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