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Arnaldo Silva desmente notícia sobre venda da Cidade Administrativa e rebate oposição


Ao contrário do que foi noticiado Cidade Administrativa não será vendida

Décio Junior - Núcelo de Comunicação Bloco Minas Melhor

Foto: Jomar Bragança

Nem mesmo a tentativa da oposição de criar notícias falsas na imprensa mineira de que a Cidade Administrativa seria vendida conseguiu barrar a criação do Fundo de Ativos Imobiliários (Faimg) e do Fundo de Investimento Imobiliários (Fiimg). Ambos têm como objetivo fazer a gestão mais eficiente e promover um melhor aproveitamento econômico dos imóveis de propriedade do Estado. Apenas imóveis ociosos podem ser vendidos para angariar recursos que permitam retomar investimentos em Minas.

Durante a votação do PL em segundo turno na Comissão de Administração Pública na quarta-feira (05/07), o deputado Arnaldo Silva (PR) criticou a notícia de um grande jornal mineiro de grande circulação. “Com todo o respeito à imprensa de Minas Gerais mas o teor dessa matéria não corresponde com a verdade do texto que nós temos no projeto e que estamos debruçados. Se me apontar no texto legal que nós estamos aprovando onde está escrito que o governo vai vender a Cidade Administrativa, eu não consegui enxergar. Temos que chamar o jornalista para mostrar no texto onde está essa informação de que a Assembleia está vendendo a Cidade Administrativa”, criticou.

Anexo ao PL 4.135/17, o estado relacionou os imóveis que serão incorporados a esses dois fundos. Os não alienáveis, ou seja, aqueles que não podem ser vendidos (dentre eles a Cidade Administrativa) vão gerar uma receita anual na ordem de R$ 5 bilhões. Já os imóveis que hoje estão ociosos e não que não estão sendo utilizados pelo governo ou por qualquer órgão público, poderão ser vendidos. Além de receber recursos com a venda o estado economiza com a manutenção dos imóveis.

De acordo com o líder do Bloco Minas Melhor, deputado André Quintão (PT), a Cidade Administrativa é utilizada pelo governo do estado como sede do executivo portanto não se enquadra em imóvel ocioso. “A Cidade Administrativa será colocada no Fundo de Ativo imobiliário, assim como outros imóveis que estão em uso e não serão vendidos, serão garantidores”, esclareceu.


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