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Alunos do Cefart, da Fundação Clóvis Salgado, querem participar dos rumos da instituição

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Foto: Daniel Protzner / ALMG

Os problemas financeiros e de gestão enfrentados pelo Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart) da Fundação Clóvis Salgado (FCS), foram discutidos em audiência pública da Comissão de Participação Popular da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). A reunião aconteceu quinta-feira (29/6), e contou com a participação de alunos da escola, que procuraram a deputada Marília Campos (PT), autora do requerimento da audiência, para discutir saídas para os problemas enfrentados pela escola e da própria Fundação.

Marília Campos acredita que o encontro foi um passo importante para avançar na luta por mais recursos para a instituição e acredita em se repensar de forma conjunta a administração da FCS, destacando a importância do local para a cultura mineira: “Foi uma reunião fundamental para abrir o diálogo dos alunos com o poder legislativo, com a diretoria da Fundação e o governo do estado. Os problemas foram expostos e vários requerimentos foram recebidos e serão aprovados na Comissão”, disse a deputada.

O chefe de gabinete do presidente da FCS, Gilvan Rodrigues dos Santos, relatou as dificuldades de atender as demandas da instituição seguindo a Lei Federal 8.666, de 1993, conhecida como a Lei de Licitações. “Lutamos para que concursos público ocorram e os efetivos tomem posse, acho que isso é totalmente plausível. Estamos dispostos a ouvir e trabalhar na convergência”, disse.

A diretora de Planejamento, Gestão e Finanças da FCS, Kátia Marília Silveira Carneiro, relatou conquistas recentes do Cefart, como a previsão de cessão do prédio do extinto Departamento Estadual de Telecomunicações (Detel) para o funcionamento de parte da instituição e recursos garantidos do Tesouro do Estado no valor de R$ 3 milhões, a serem executados até 2019.

“Quanto a recursos humanos, o conselho do corpo docente previu dez designações e fomos pegos desprevenidos no início do ano letivo por três pedidos de aposentadoria e duas exonerações. Estamos correndo atrás do prejuízo. Dois serão repostos pelo edital aberto e outros três até o fim de julho, completando os cinco cargos”, explicou.

O diretor do Cefart, Vilmar Pereira de Sousa, reforçou a dificuldade de atender os desejos dos alunos e cumprir a legislação. “ A proposta de planos de cargos e salários para os professores será avaliada pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) na segunda-feira (03/07). Precisamos criar mecanismos legais para abrigar esses professores e essa carreira tem de ser especial, porque não é uma escola igual às outras”, defendeu Vilmar.

A deputada programou uma visita técnica da Comissão ao Cefart e encaminhou solicitação para a realização de uma segunda audiência para acompanhar as mobilizações e cobrar os resultados das reivindicações da reunião.

“Os alunos querem participar mais e discutir um plano para a escola de artes e recuperar um diálogo com a Fundação Clóvis Salgado e com a Secretaria Estadual de Cultura. Temos que valorizar essa aitude para que essa juventude possa influenciar nos rumos da cultura do nosso estado”, finalizou a deputada.


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