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Plano Estadual da Juventude começa a ser elaborado com participação popular

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Foto: Willian Dias /ALMG

Priorizar a juventude negra, periférica, rural e LGBTTQ, foram as principais demandas apresentadas na Comissão de Esporte, Lazer e Juventude durante audiência pública na terça-feira (27/06), que debateu a elaboração do Plano Estadual das Juventudes. O documento prevê diretrizes para as políticas e ações que representem o jovem urbano e suas vivências sociais dos grandes centros, que atenda também o jovem da zona rural, invisível e sem acesso a direitos básicos. O encontro aconteceu na Assembleia e reuniu políticos e representantes de movimentos jovens e de direitos humanos.

O presidente da comissão, deputado Ulisses Gomes (PT), destacou a entrega do documento com 137 propostas para compor o Plano Estadual das Juventudes, construído através dos Fóruns Técnicos Jovens nas Gerais - Construindo o Plano Estadual das Juventudes . Segundo o deputado, o principal ponto do Plano é garantir a presença das juventudes em todos os níveis de discussão. “O Plano ainda não existe e a ALMG está sendo pioneira no sentido de iniciar o debate antes que o projeto chegue a casa. Esses encontros permitem que a juventude organizada já tenha se pronunciado quanto a seus anseios e necessidades”, afirmou Ulisses Gomes.

Interiorização

Paola Christine Abreu, do Fórum das Juventudes da Grande BH, falou sobre a violência que assola a juventude pobre do país e que a construção do plano é uma das maiores possibilidade de se viabilizar o encontro dessa parcela da população que está sendo massacradas: “Os principais pontos do plano devem priorizar a juventude negra que vem sendo vítima de um verdadeiro genocídio; a juventude rural, para ela que possa ter acesso a seus diretos sem precisar sair do seu local de origem e a juventude LGBTTQ, que constantemente é vítima de preconceitos e tem seus direitos violados”, completou Paola Christine.

O deputado informou que a comissão organizadora do fórum realizou 16 reuniões até o momento, que discutiram o plano com 44 entidades ligadas a juventude, como coletivos e pastorais, através de minuta enviada pela secretária de Direitos Humanos à ALMG. Pâmela Roberta Oliveira, diretora do Centro de Referência da Juventude da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania, destacou a importância dos fóruns no interior e afirmou: “a secretaria está disposta a ouvir as necessidades e colaborar na elaboração do Plano, para que ele atenda da melhor maneira possível, o anseio dos jovens que serão contemplados por ele”.

O defensor público da Infância e da Juventude, Wellerson Eduardo da Silva Corrêa, lembrou que o planejamento do fórum se deu num contexto de discussões sobre a redução da maioridade penal, de ocupação das escolas. “A Capital é apenas um eco de nossa tradição libertária e democrática de Minas”, afirmou, fazendo coro à interiorização.

A minuta, que se encontra na Assembleia, ainda será discutida e levada de volta a secretaria de Direitos Humanos, para que volte a ALMG em forma de projeto de lei.

Já o defensor público da Infância e da Juventude, Wellerson Eduardo da Silva Corrêa, lembrou que o planejamento do fórum se deu num contexto de discussões sobre a redução da maioridade penal, de ocupação das escolas. “A Capital é apenas um eco de nossa tradição libertária e democrática de Minas”, afirmou, fazendo coro à interiorização.


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